"A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez." (Friedrich Nietzsche)
Este Blog eu uso minha criatividade e mostro algumas coisas legais que acho por aí!
Espero que se divirta tanto como eu aqui,vamos lá,tentar dominar o mundo!
YOU HAVE NICE DAY!!!
MicheLogan,um lobo solitário!
Há um ano atrás muitos de vocês estavam assistindo a estreia de Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2, o capítulo final da franquia cinematográfica baseada nos livros da mente brilhante J.K. Rowling. Deram adeus a Harry, Rony, Hermione e outros grandes personagens, e ajudaram a torná-los uma lenda.
Harry Potter é uma série de aventuras fantásticas, escrita pela escritora britânica J. K. Rowling. Desde o lançamento do primeiro volume, Harry Potter e a Pedra Filosofal, em 1997, os livros ganharam grande popularidade e sucesso comercial no mundo todo, e deram origem a filmes, videojogos e muitos outros itens.
Mundialmente, a série vendeu 450 milhões de exemplares (até julho de 2011), em mais de
67 línguas.O livro da série que mais vendeu foi Harry Potter e a Pedra Filosofal com cerca de 120 milhões de cópias comercializadas. Graças ao grande sucesso dos livros, Rowling tornou-se a mulher mais rica na história da literatura.
Dentro de todos os dados nós, fãs e não fãs da maior saga de toda a história cinematográfica sabemos que este ano está sendo diferente de todos os outros dez que se passaram. Um ano sem um próximo trailer, pôster, banner ou ao mesmo FILME.
Obrigado Jo Rowling, todo o elenco, equipe técnica, produtores e diretores.
Pessoas na tela de cinema são apenas atores representando papéis e vivendo fantasias. Mas vez ou outra, eles demonstram a nobreza de um verdadeiro herói.
É o caso de Ron Pearlman, que recentemente, garantiu o desejo de um garotinho muito especial.
O ator uniu-se com a Spectral Motion, conhecida empresa de efeitos visuais, para atender um pedido da fundação “Make-a-Wish”. A organização trabalha para realizar os desejos de crianças que possuam doenças em estágio terminal, e seus membros não medem esforços para cumprir suas missões.
No caso do pequeno Zachary, tudo que ele queria era conhecer Hellboy. Quando soube dessa história, o ator Ron Pearlman não pensou duas vezes e vestiu a fantasia do herói infernal mais uma vez. Além de passar o dia com o garoto e pagar um lanche imenso para ele, sua família e todos da Spectral Motion, ele ainda posou para fotos estilosas como esta:
E algumas pessoas acham que super heróis são uma “bobagem” e que é uma coisa “ridícula” que tenha aqueles que gostam deles. Bem, se fazer uma criança enferma rir e esquecer seus problemas é uma bobagem, podem me chamar de bobão.
E muitos aplausos para Ron Pearlman e todo o pessoal da Spectral Motion, que foram de uma nobreza sem precedentes com esta atitude. Garanto que Zachary está bem mais feliz e menos assustado com o fardo que precisa carregar.
Adaptar um livro como “On The Road”, clássico semi-autobiográfico Beat escrito por Jack Kerouak, requer coragem. No mínimo. Desde a década de 50, quando foi publicado pela primeira vez, milhões de pessoas, em geral jovens sem muito rumo na vida, o leram e, nos anos que se seguiram, chamaram-no de ‘o livro da minha vida’. Essa quantidade de memória afetiva é justamente o que faz com que cineastas queiram adaptá-lo, mas, ao mesmo tempo, é o que torna o processo espinhoso.
O diretor brasileiro Walter Salles resolveu encarar o desafio. E, a partir daqui, existem duas formas de encarar este filme, ou mesmo este texto: a primeira é ficar com uma edição do livro debaixo do braço, vociferando contra todas as liberdades tomadas pelo roteiro de José Rivera; a segunda é embarcar na onda do filme, se divertir e se emocionar um bocado, para depois começar a pensar sobre as diferenças entre as duas obras.
O filme é centrado e narrado em primeira pessoa por Sal Paradise, alter-ego de Kerouak, interpretado por Sam Riley. Ele precisa/quer escrever/ser escritor, mas não sabe sobre o que, já que sua vida não é lá muito interessante, já que, como disse seu pai, lhe faltam calos. É quando entra em cena Dean Moriarty, interpretado por Garret Hedlund. Se Paradise é uma cabeça sem histórias ou experiências, Moriarty é uma força da natureza, que só quer sentir, viver, apreciar, sem consequências. E seguir com ele América adentro é a única forma de conseguir o que Paradise pensa faltar em si mesmo.
A vida, então, se torna um colecionar de histórias, de conversas, de pessoas, de situações, de trabalhos, de problemas, de paisagens, enfim, de experiências. O filme mostra tudo isso embalado em belas atuações, fotografia mais do que bonita e músicas de jazz (assim como o livro parece um improviso beebop) de tirar o fôlego. A trilha foi composta pelo argentino Gustavo Santaolalla, que já tinha trabalhado com Salles em “Diários da Motocicleta”.
Aí você me viu elogiando as atuações e lembrou (ou viu nas fotos) que Kristen Stewart está no elenco. Pois bem, mantenho o que disse. Sua Marylou, primeira esposa de Moriarty, é volúvel e libertária, como a personágem parece ser. E, creia-me, ela faz caras e bocas e é capaz, até mesmo, de ficar com os olhos cheios de água ao ouvir uma música bonita. Até que se prove o contrário, porém, o mérito vai mais para a direção de atores de Walter Salles que para ela.
Ainda que você não enxergue o mesmo que eu na atuação de Kristen, não se preocupe. Ela não é o mais importante do filme. O negócio está mesmo nas mãos de Riley e Hedlund. O primeiro é o intelectual americano típico, cheio de incertezas e frustrações, enquanto o segundo é uma força da natureza. Fica bem fácil entender a fascinação que todos os outros personagens (e o receio de Bull Lee, maravilhosa participação de Viggo Mortensen) por Moriarty, muito graças à interpretação de Hedlund.
E já que mencionei Mortensen no parágrafo acima, dá para aproveitar a deixa e falar um pouco sobre os outros personagens secundários. De Kirsten Dunst – ainda que meio velha para o papel – como Camille, a segunda esposa de Moriarty, até Tom Sturridge, como Carlo Marx, passando por Steve Buscemi – como alguém que oferece carona à dupla principal –, Amy Adams, Alice Braga, Terrence Howard e tantos outros. Cada vez que um personagem novo aparece em cena, é uma nova possibilidade de atuação, em geral, acima da média. Novamente, creio, mérito para Salles.
E, finalmente, uma comparação direta com o livro: diferente do que estamos acostumados com o cinemão americano, nenhum dos personagens de “Na Estrada” precisa aprender nada. Não há lição, não há climax, não há revelação. Assim como o livro. Por um lado isso pode soar pretensioso e acabar afugentando um ou outro incauto. Mas, antes disso, é possível que você já esteja curtindo a vida louca de sexo, drogas e viagens.
Zack Snyder é um cara com um estilo manjado, amado e odiado. São cores saturadas e em tons difusos, closes ultra-rápidos e suas já clássicas rampas - aquelas câmeras lentas sucedidas de acelerações. Tudo embalado por cortes que ficam num ponto de velocidade entre Stanley Kubrick e Michael Bay (OK, 90% dos cineastas estão entre essas dois, mas prossigamos). E ele tem outra característica: nunca teve um filme original, todos os seus filmes foram remakes/adaptações. E justamente Sucker Punch é sua primeira obra original. É uma mistura doida e embriagante de ação, fantasia e aquele clima meio absurdo e divertido de mangás.
Sucker Punch narra as desventuras de Babydoll, uma menina que é trancada num hospício pelo seu padrasto do mal, onde cria um mundo imaginário que transforma a instituição psiquiátrica numa boate, em que necessita completar certas missões para escapar de um maníaco que quer estuprá-la. Ela tem também quatro amigas gatinhas e bem vestidas que ajudarão nas suas missões.
Para sacar o que vai ter no trailer, imagine uma mistura balanceada de Scott Pilgrim comCapitão Sky e o Mundo do Amanhã… é bem por aí.